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Jailson de Almeida

Jailson de Almeida é Paulistano do bairro do Belenzinho, de família simples, frequentador de boas escolas públicas, sem nenhuma precocidade, foi esbarrando, derrapando, se esfolando pela vida, descobrindo novos campos de trabalho até ancorar na área audiovisual.  Na faculdade de Comunicação Social, descobriu a literatura pelas mãos do professor/escritor, Ricardo Ramos, filho de Graciliano Ramos. Aproximação que o levou a trabalhar em publicidade e apurou o gosto pela leitura.  Cinco anos como redator, aproximou-se da produção audiovisual. Novo começo, novas funções. Tornou-se diretor de cena, atividade que mantém até hoje.  No paralelo, tentativas bissextas realimentavam a vontade de escrever. Contos, crônicas até desaguar em seu primeiro romance “Encontro com a desimportância” (2014) – meio autobiográfico, meio ficcional. Ao mesmo tempo lançou uma cartilha infantil: “Coisas sobre as coisas de A a Z” - 2015. Diante do bom resultado junto às crianças, repetiu a fórmula e, em 2017, via Lei de incentivo à cultura – Proac, lançou “Mais coisas sobre outras coisas de A a Z.  Encarou um novo desafio: “Dicionário de palavras engraçadas”. Obra parruda que envolveu quatro anos de trabalho. Via Lei Rouanet, o publicou em 2019.  Em 2022, partiu para um livro de crônicas, fruto de memória e observação: “Vende frango-se”. Livro com cheiro de vida e olhar crítico, diante de tempos tão sombrios. Agora, escolhendo o Ensaio como um gênero literário, traz as inquietações proporcionadas por uma “patologia, inspirado pelo universo da publicação de seu primeiro livro, numa disfunção, numa consciente obsessão.
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Jailson de Almeida é Paulistano do bairro do Belenzinho, de família simples, frequentador de boas escolas públicas, sem nenhuma precocidade, foi esbarrando, derrapando, se esfolando pela vida, descobrindo novos campos de trabalho até ancorar na área audiovisual.  Na faculdade de Comunicação Social, descobriu a literatura pelas mãos do professor/escritor, Ricardo Ramos, filho de Graciliano Ramos. Aproximação que o levou a trabalhar em publicidade e apurou o gosto pela leitura.  Cinco anos como redator, aproximou-se da produção audiovisual. Novo começo, novas funções. Tornou-se diretor de cena, atividade que mantém até hoje.  No paralelo, tentativas bissextas realimentavam a vontade de escrever. Contos, crônicas até desaguar em seu primeiro romance “Encontro com a desimportância” (2014) – meio autobiográfico, meio ficcional. Ao mesmo tempo lançou uma cartilha infantil: “Coisas sobre as coisas de A a Z” - 2015. Diante do bom resultado junto às crianças, repetiu a fórmula e, em 2017, via Lei de incentivo à cultura – Proac, lançou “Mais coisas sobre outras coisas de A a Z.  Encarou um novo desafio: “Dicionário de palavras engraçadas”. Obra parruda que envolveu quatro anos de trabalho. Via Lei Rouanet, o publicou em 2019.  Em 2022, partiu para um livro de crônicas, fruto de memória e observação: “Vende frango-se”. Livro com cheiro de vida e olhar crítico, diante de tempos tão sombrios. Agora, escolhendo o Ensaio como um gênero literário, traz as inquietações proporcionadas por uma “patologia, inspirado pelo universo da publicação de seu primeiro livro, numa disfunção, numa consciente obsessão.

Veja alguns momentos do lançamento: 

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Obsessão - uma disfunção literária

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