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Susana Leal Santana
Susana Leal Santana é uma autêntica "baianeira”. Nasceu em Teófilo Otoni, nordeste de Minas Gerais, onde viveu infância e juventude, mudando-se para Belo Horizonte em 1969 para graduar-se em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais, sua escolha profissional. Aprofundou seus estudos em especializações de Urbanismo (UFMG), Conforto Ambiental (UFPb), Conservação e Restauração de Monumentos e Sítios Históricos (UFBa). É mestre em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável pela UFMG. Foi servidora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) por treze anos e, depois, foi consultora desse instituto e da UNESCO a serviço das cidades históricas brasileiras. Foi diretora de Meio Ambiente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/MG), onde lançou o Prêmio Gentileza Verde; foi gerente do Parque Estadual da Serra do Rola Moça e criou a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN Sítio Grimpas) (IBAMA) para a proteção da mata no sítio de seus pais. Sua dissertação de mestrado focou em O ciclo do ouro nos deixou o barroco, o ciclo do ferro nos deixa o barraco (A.O.A.S.). O meio ambiente e o patrimônio histórico sempre estiveram em suas preocupações, tornando-a inclusive uma memorialista, o que fica evidente em seus dois livros publicados: No Vale do Mucuri - de 1950 a 1980 - de Teófilo Otoni a Alcobaça vivendo a mata, o fogo, o pasto (2019) e Casa Branca re.vista (2023). Morou em Belo Horizonte, Brasília e Alcobaça, firmando-se atualmente entre Cumuruxatiba, Prado, Bahia e Casa Branca, Brumadinho, Minas Gerais por priorizar viver perto da natureza.



Susana Leal Santana
Susana Leal Santana é uma autêntica "baianeira”. Nasceu em Teófilo Otoni, nordeste de Minas Gerais, onde viveu infância e juventude, mudando-se para Belo Horizonte em 1969 para graduar-se em Arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais, sua escolha profissional. Aprofundou seus estudos em especializações de Urbanismo (UFMG), Conforto Ambiental (UFPb), Conservação e Restauração de Monumentos e Sítios Históricos (UFBa). É mestre em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável pela UFMG. Foi servidora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) por treze anos e, depois, foi consultora desse instituto e da UNESCO a serviço das cidades históricas brasileiras. Foi diretora de Meio Ambiente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/MG), onde lançou o Prêmio Gentileza Verde; foi gerente do Parque Estadual da Serra do Rola Moça e criou a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN Sítio Grimpas) (IBAMA) para a proteção da mata no sítio de seus pais. Sua dissertação de mestrado focou em O ciclo do ouro nos deixou o barroco, o ciclo do ferro nos deixa o barraco (A.O.A.S.). O meio ambiente e o patrimônio histórico sempre estiveram em suas preocupações, tornando-a inclusive uma memorialista, o que fica evidente em seus dois livros publicados: No Vale do Mucuri - de 1950 a 1980 - de Teófilo Otoni a Alcobaça vivendo a mata, o fogo, o pasto (2019) e Casa Branca re.vista (2023). Morou em Belo Horizonte, Brasília e Alcobaça, firmando-se atualmente entre Cumuruxatiba, Prado, Bahia e Casa Branca, Brumadinho, Minas Gerais por priorizar viver perto da natureza.
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